Em 26 de Abril de 1986, o mundo conheceu o terror oriundo de uma reação nuclear em escala não controlada. Calma, não foram gases humano, foi uma coisa parecida. O acidente despertou no público internacional, desconfiança quanto à segurança dos programas nucleares. Na época do acidente, o mundo vivia um cenário totalmente diferente quanto à política nuclear. Hoje em dia, é possível comprar plutônio em qualquer favela carioca, ou com alguns milhares de dólares, um cidadão pode encomendar sua própria bomba atômica sem muitos problemas. No entanto, em 1986 o funcionamento da energia nuclear ainda era um mistério tão grande quanto o forno de microondas. Era impossível naqueles dias, ter-se idéia das conseqüências daquele trágico acidente (você lembra né?).
E hoje, Chernobyl, com altos níveis de radioatividade, é um dos lugares mais contaminados e perigosos da terra. Nas ruínas desse inferno nuclear está nascendo uma criatura bizarra jamais vista: um fungo que come radioatividade. Além desse mutante ( que ainda não entrou na novela da Record), pesquisadores dos EUA já descobriram por lá mais de 30 espécies mutantes crescendo e se desenvolvendo (sim, é hora de ficar com medo). Em uma das inspeções de rotina, quando um robô vistoriava o seu interior, encontrou uma meleca preta crescendo pelas paredes do reator 4 (o mesmo que explodiu e provocou, em 1986, o pior acidente nuclear da história.). Como é possível que, além de sobreviver à radiação, algum ser vivo consiga se alimentar dela? Como esses fungos foram parar em Chernobyl? Afinal, o reator foi selado por uma caixa de concreto, que logo depois foi chamado de “sarcófago”, será que, como num filme de terror, os mutantes atômicos podem sair da usina e se espalhar pelo mundo? Medo.
Posts parecidos: